Mauro renuncia hoje governo; “Que MT continue no rumo certo; coração cheio de gratidão a Deus”
Mauro Mendes se despede hoje do cargo de governado do estado com a certeza de dever cumprindo
O governador Mauro Mendes (União) encerra, hoje, sua segunda gestão no comando de Mato Grosso, com mais de 70% de aprovação e entre os principais governantes do Estado. Ele sai para ser candidato a senador e atender exigência da lei eleitoral.
A gestão de Mauro fica marcada por grandes avanços com obras de infraestrutura, hospitais, escolas, pontes, maior estrutura na segurança pública dentre outros. Mauro também protagonizou decisão histórica ao liderar articulação para o governo de Mato Grosso assumir a gestão da concessionária da BR-163 que estava inerte, só cobrando pedágio sem fazer obras. Com o modelo implantado por Mauro, chegou ao fim a espera de décadas dos moradores do Nortão e Médio Norte para a 163 ser duplicada – até agora foram mais de 240 km duplicados, pontes construídas, passarelas e demais ações.
Em artigo publicado, hoje, em Só Notícias, Mauro enumera mais ações de sua gestão. “Depois de anos intensos, de decisões difíceis e de muito trabalho, chegou o momento de encerrar esse ciclo de sete anos e três meses como governador de Mato Grosso. E saio desse posto com o coração cheio de gratidão a Deus, ao povo e a todos que nos ajudaram nessa missão.
Quando assumi, em 2019, o cenário era desafiador: um Estado quebrado, com uma dívida bilionária, salários atrasados, fornecedores sem receber há meses e uma população que já não acreditava mais no governo. Não olhamos para trás e fizemos uma escolha: enfrentar os problemas. Com a ajuda da Assembleia Legislativa, dos Poderes, dos servidores públicos e do povo, tomamos medidas necessárias para colocar as contas em ordem, cortar desperdícios, enfrentar privilégios e reconstruir a credibilidade do Governo. No começo, muitos não entenderam. Fui calorosamente vaiado. E não havia como julgar essas vaias, porque vinham de quem estava cansado de ouvir promessas não cumpridas e de sofrer as consequências de duas gestões desastrosas que me antecederam”, analisou.
